Bronquiolite

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Bronquiolite Sintomas, Causas, Prevenção e Tratamentos

A Bronquiolite é uma infecção respiratória que atinge, em grande parte, bebês e crianças pequenas, especialmente nos primeiros três anos.

Mesmo sendo uma condição relativamente comum, ela pode gerar bastante preocupação nos pais e cuidadores, principalmente quando os sintomas evoluem rapidamente.

Agora você entenderá o que é a Bronquiolite, por que ela acontece, como identificá-la, quais os riscos envolvidos e como tratar adequadamente.

O que é Bronquiolite?

A princípio; se trata de uma inflamação que atinge os bronquíolos as menores ramificações das vias respiratórias dentro dos pulmões.

Além disso; Ela ocorre quando esses pequenos canais ficam inflamados e cheios de muco, dificultando a passagem do ar e tornando a respiração mais difícil.

Geralmente, a Bronquiolite é causada por uma infecção viral e tende a se manifestar com mais frequência durante o outono e o inverno.

Muito embora na maioria dos casos seja leve e possa ser tratada em casa, algumas crianças podem desenvolver quadros sérios que exigem cuidados hospitalares.

Principais causas

O principal agente responsável pela bronquiolite é o vírus sincicial respiratório (VSR).

Todavia; Este vírus é altamente contagioso e se espalha facilmente por meio de gotículas de saliva eliminadas ao tossir, espirrar ou até falar.

Além do VSR, outros vírus também podem causar a bronquiolite, como:

  • Rinovírus (causador do resfriado comum)
  • Influenza (vírus da gripe)
  • Parainfluenza
  • Adenovírus
  • Metapneumovírus humano

Contudo; vale ressaltar que a exposição precoce e frequente em espaços escolares que por sua vez há uma aglomeração, favorece a transmissão desses vírus.

Situações Que Multiplicam o Risco

Algumas crianças estão suscetíveis a desenvolver formas graves dessa doença.

Entre os principais fatores de risco estão:

  • Prematuridade (bebês nascidos antes das 37 semanas)
  • Baixo peso ao nascer
  • Doenças cardíacas ou pulmonares congênitas
  • Imunidade comprometida
  • Exposição ao tabagismo passivo
  • Ausência de aleitamento materno exclusivo na fase inicial da criança

Além disso, crianças de 6 meses ou menos costumam apresentar quadros mais intensos, já que seu sistema de defesa ainda está em formação.

Bronquiolite pulmão
Bronquiolite pulmão

Quais são os sintomas?

Além disso; A Bronquiolite costuma começar como um simples resfriado.

Na fase inicial os sintomas incluem:

  • Nariz escorrendo (coriza)
  • Tosse seca
  • Febre leve
  • Espirros

Todavia; em grande parte dos casos, os sintomas progridem e surgem sinais mais preocupantes, como:

  • Chiado no peito
  • Respiração acelerada ou ofegante
  • Dificuldade para mamar ou se alimentar
  • Irritabilidade e cansaço
  • Batimento das narinas e retração das costelas ao respirar
  • Lábios ou extremidades azuladas (cianose)

Quando esses sintomas aparecem, é fundamental procurar orientação médica o quanto antes.

Diagnóstico clínico

O diagnóstico consiste com base na análise dos sintomas e em um exame físico detalhado.

O pediatra escutará o tórax da criança com o estetoscópio, verificando a presença de chiados e sons respiratórios alterados.

Em situações graves ou quando há dúvidas sobre o diagnóstico, o médico pode solicitar:

  • Oximetria de pulso (avalia a oxigenação do sangue)
  • Exame de imagem (como radiografia de tórax)
  • Teste viral com swab nasal

Atualmente; Esses exames ajudam a confirmar a infecção viral e a excluir outras condições respiratórias, como pneumonia.

Qual é o tratamento?

Contudo; A bronquiolite não tem um tratamento antiviral específico.

Ou seja, não existe um remédio que elimine diretamente o vírus causador.

O foco do tratamento está em aliviar os sintomas e garantir que a criança respire bem e permaneça hidratada.

Entre as principais orientações estão:

  • Hidratação constante: Oferecer leite materno, fórmulas ou líquidos com frequência.
  • Desobstrução nasal: Usar soro fisiológico e aspiradores nasais, principalmente antes das mamadas.
  • Ambiente arejado e úmido: Isso ajuda a melhorar a respiração.
  • Análise observação dos sintomas e repouso.

Ainda assim; Em situações mais sérias, como queda de saturação de oxigênio, dificuldade respiratória ou desidratação, pode ser necessária internação hospitalar.

Além disso; Nesses casos, a criança poderá receber:

  • Oxigênio suplementar
  • Hidratação venosa
  • Monitoramento contínuo

É importante frisar que não se deve medicar com antibióticos, a menos que haja confirmação de infecção bacteriana secundária.

Quando buscar atendimento médico?

Embora muitas crianças se recuperem em casa, alguns sinais indicam que é hora de procurar o pronto-socorro:

  • Respiração muito rápida (mais de 60 vezes por minuto)
  • Sons altos ao respirar (chiado ou roncos)
  • Dificuldade para mamar ou se alimentar
  • Apatia ou sonolência excessiva
  • Lábios, língua ou dedos arroxeados
  • Febre alta persistente

Contudo; Nestes casos, o atendimento médico imediato é essencial para evitar complicações.

Medidas de prevenção

Além disso; É possível prevenir com hábitos simples no dia a dia.

Todavia; Algumas medidas importantes incluem:

  • Com bastante frequência lavar as mãos com água e sabão ou álcool em gel
  • Evitar contato com pessoas gripadas ou resfriadas
  • Manter a casa ventilada e arejada
  • Evitar exposição ao cigarro e fumaça
  • Incentivar o aleitamento materno

Contudo; Para crianças de risco elevado, como prematuros e cardíacos, existe uma medicação preventiva chamada palivizumabe, um anticorpo que ajuda a proteger contra o VSR.

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Todavia; Essa profilaxia é indicada em situações específicas e deve ser prescrita pelo pediatra.

Conclusão

A Bronquiolite é uma doença respiratória comum na infância, porém pode ser preocupante quando não acompanhada adequadamente.

Reconhecer os sintomas precocemente e agir logo cuidadosamente são atitudes essenciais para garantir a recuperação da criança.

Ao adotar medidas preventivas e manter o acompanhamento pediátrico em dia, é possível evitar que o quadro se agrave afim de garantir a saúde dos pequenos.

Em caso de dúvidas, sempre busque orientação médica profissional.

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