Doenças Neurodegenerativas e Cognitivas em Idosos

Antes de mais nada; Nesse artigo veremos de forma direta e transparente as causas, sintomas e tratamentos, Das doenças neurodegenerativas e cognitivas que atingem os Idosos.

Introdução

Primeiramente; O envelhecimento populacional é uma situação atual e global, e com ele aumenta a o número de doenças dessa ordem cognitivas. Contudo; Essas condições afetam milhões de idosos, comprometendo sua memória, autonomia e o bem-estar.

A princípio; As mais comuns estão o Alzheimer, Parkinson, demência vascular e diversas maneiras de declínio cognitivo.

Este artigo abordará suas causas, sintomas, diagnóstico, tratamento e estratégias de prevenção, baseados em estudos comprovados cientificamente atualizados.

1. O Que São Doenças Neurodegenerativas?

Doenças neurodegenerativas são distúrbios progressivos que afetam neurônios, levando à perda de funções motoras e cognitivas. Elas são mais frequentes em idosos devido ao envelhecimento celular e ao acúmulo de danos neurológicos ao longo dos anos.

Principais Tipos:

  • Doença de Alzheimer (50-70% dos casos de demência)
  • Doença de Parkinson (afeta movimento e cognição)
  • Demência Vascular (causada por AVCs ou má circulação cerebral)
  • Demência com Corpos de Lewy (associada a alucinações e flutuações cognitivas)
  • Degeneração Lobar Frontotemporal (afeta personalidade e linguagem)
Doenças Neurodegenerativas e Cognitivas em Idosos

2. Causas e Fatores de Risco

As causas exatas ainda são investigadas, mas alguns fatores contribuem significativamente:

Fatores Não Modificáveis

  • Idade: O risco aumenta após os 65 anos.
  • Genética: Mutações em genes como APOE4 (Alzheimer) e LRRK2 (Parkinson).
  • Histórico familiar: Parentes próximos com doenças neurodegenerativas elevam o risco.

Fatores Modificáveis

  • Hipertensão e diabetes: Danificam vasos sanguíneos cerebrais.
  • Sedentarismo: Reduz neurogênese (formação de novos neurônios).
  • Tabagismo e alcoolismo: Aceleram o envelhecimento cerebral.
  • Depressão não tratada: Piora na função cognitiva.
  • Má alimentação: Dietas ricas em gordura e açúcar aumentam inflamação.

3. Sintomas e Progressão

Porém; Os sinais podem alterar de acordo com doença, mas alguns são comuns:

Doenças Neurodegenerativas e Cognitivas em Idosos

Doença de Alzheimer

  • Estágio inicial: Esquecimento de eventos recentes, dificuldade em planejar tarefas.
  • Estágio moderado: Confusão, desorientação, estágios de bipolaridade.
  • Estágio avançado: Perda de fala, incontinência, dependência total.

Doença de Parkinson

  • Tremores em repouso.
  • Alteração na musculatura (rigidez) e lentidão de movimentos (bradicinesia).
  • Em fases tardias, demência pode surgir.

Demência Vascular

  • Declínio cognitivo após AVC ou isquemias cerebrais.
  • Dificuldade em raciocínio lógico e dificuldade de decidir.

Demência com Corpos de Lewy

  • Alucinações visuais.
  • Flutuações cognitivas (muitas oscilações variam muito de maneira rápida).
  • Sintomas parkinsonianos.

4. Diagnóstico Doenças Neurodegenerativas e Cognitivas em Idosos

Todavia; O diagnóstico preventivo é muito importante, afim de retardar a progressão. Além disso; Inclui:

Avaliação Clínica

  • Testes cognitivos (Mini-Exame do Estado Mental – MEEM).
  • Histórico médico e familiar.

Exames Complementares

  • Ressonância magnética e tomografia: Identificam atrofia cerebral ou lesões vasculares.
  • Punção lombar: Analisa biomarcadores como proteína beta-amiloide (Alzheimer).
  • Testes genéticos: Em casos familiares.

5. Tratamento e Manejo

Desse modo; Não há cura, mas terapias bem administradas ajudarão muito a ter uma vida melhor.

Medicamentos

  • Alzheimer: Donepezila, rivastigmina (inibem a degradação da acetilcolina).
  • Parkinson: Levodopa (reposição de dopamina).
  • Antidepressivos e antipsicóticos: Para sintomas comportamentais.

Terapias Não Farmacológicas

  • Estimulação cognitiva: Jogos de memória, leitura.
  • Fisioterapia: Melhora mobilidade em Parkinson.
  • Musicoterapia e terapia ocupacional: Reduz agitação e ansiedade.

Cuidados Paliativos

  • Apoio nutricional e alguns ajustes na residência sem dúvida serão fundamentais.
  • Um bom suporte familiar.

6. Prevenção

Contudo; Estudos mostram que até 40% dos casos de demência podem ser prevenidos com:

  • Exercícios físicos regulares (melhora fluxo sanguíneo cerebral).
  • Dieta mediterrânea (peixes, azeite, nozes).
  • Controle do diabetes e da pressão  arterial.
  • Atividade intelectual (aprender novas habilidades).
  • Sono de qualidade (elimina toxinas cerebrais).

Conclusão

Doenças neurodegenerativas são desafios significativos para a saúde pública, mas intervenções precoces podem retardar sua progressão.

Enfim; Idosos, familiares e profissionais de saúde devem estar atentos aos primeiros sinais e adotar estratégias preventivas.

Contudo; Investir em pesquisas e políticas de envelhecimento saudável é essencial para reduzir o impacto dessas condições.

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Referência

  • Alzheimer’s Association (2023). What Is Alzheimer’s Disease?
  • World Health Organization (2022). Global Status Report on the Public Health Response to Dementia.
  • National Institute on Aging (EUA). Parkinson’s Disease: Causes and Risk Factors.
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